Institucional
Política de utilização de inteligência artificial
A sysINFO produz conteúdo com apoio de inteligência artificial e considera que essa informação pertence ao leitor. Esta política descreve exatamente o que a ferramenta faz no processo editorial, o que ela não decide sozinha, como as fontes permanecem rastreáveis, como cada matéria é marcada e quais são os limites conhecidos desse método.
Última atualização:
Por que declaramos isso
Um leitor tem direito de saber como o texto que está lendo foi produzido. Essa informação muda a forma de avaliar o conteúdo, o tipo de erro que se deve esperar e o peso que faz sentido atribuir a cada afirmação.
A sysINFO não trata o uso de inteligência artificial como detalhe operacional a ser mencionado em letra miúda. A declaração aparece em todas as matérias, esta página está no menu institucional e o modelo de assinatura por mesa editorial existe justamente para não simular autoria humana individual onde ela não existe.
O que a inteligência artificial faz no processo
Dentro do fluxo editorial, a ferramenta executa tarefas delimitadas:
- Monitorar fontes - acompanhar publicações oficiais, documentação técnica e seções temáticas de veículos estabelecidos, em vários idiomas.
- Traduzir - converter para o português material publicado originalmente em inglês, espanhol, francês ou alemão, preservando a referência ao texto de partida.
- Resumir - condensar documentos longos, normas extensas e documentação técnica em versões manejáveis para o trabalho editorial.
- Redigir a versão inicial - produzir o primeiro rascunho do texto a partir do material reunido e das regras da mesa responsável.
- Sugerir contexto - apontar conexões com temas já cobertos, indicar antecedentes e propor comparações.
Todas essas etapas operam sobre material previamente identificado. A ferramenta trabalha a partir das fontes reunidas para aquele texto, não a partir de conhecimento genérico apresentado como apuração.
O que a inteligência artificial não decide sozinha
Há um conjunto de decisões que não é delegado à ferramenta. Elas seguem critérios editoriais escritos, descritos na Política editorial, e é por eles que a sysINFO responde:
- O que vira pauta e o que fica de fora.
- Qual fonte tem precedência quando há divergência entre versões.
- Como o assunto é enquadrado e qual é a pergunta central do texto.
- Onde termina a descrição de fatos e onde começa a análise.
- Se o texto está em condições de ser publicado.
A ferramenta também não é autorizada a introduzir número, data, nome próprio, citação, resultado de pesquisa ou estatística que não venha de uma fonte identificada e verificável. Qualquer elemento desse tipo sem origem rastreável é retirado antes da publicação.
Rastreabilidade de fontes
Cada matéria da sysINFO traz a lista das fontes usadas na sua produção, com endereço estável. A regra é que o leitor consiga refazer o caminho: ir à fonte, ler o material original e verificar se a descrição publicada corresponde ao que está lá.
As fontes citadas são páginas institucionais, documentação técnica oficial ou seções de veículos existentes. O campo de título descreve a página ou seção real, nunca uma manchete inventada. Nesta versão do portal, a data de publicação das fontes não é informada, porque nenhuma data foi verificada individualmente - e informar data não verificada seria pior do que omiti-la.
No Radar Global vale o mesmo princípio: cada registro exibe as fontes monitoradas para aquele tema, com idioma e endereço.
Marcação obrigatória em cada matéria
Todo conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial exibe a declaração padrão da sysINFO, com este texto exato:
Declaração editorial padrão
Conteúdo elaborado pela Redação sysINFO com apoio de inteligência artificial, a partir das fontes relacionadas nesta página. As análises representam uma interpretação editorial automatizada dos acontecimentos.
A declaração aparece na própria página da matéria, junto à lista de fontes, e é acompanhada dos indicadores estruturados de conteúdo assistido por inteligência artificial e de estágio de revisão. Nesta fase, os textos são publicados sem revisão humana individual declarada, e essa informação também é exibida.
A marcação não é opcional nem depende do grau de participação da ferramenta em um texto específico. Se houve apoio de inteligência artificial em qualquer etapa da produção, a declaração aparece.
Limites conhecidos
Este método tem falhas conhecidas, e escondê-las seria incoerente com o resto desta política. As três principais:
- Erro factual - a ferramenta pode descrever incorretamente o conteúdo de um documento, inverter uma relação de causa, trocar sujeitos de uma norma ou errar na tradução de um termo técnico.
- Viés de fonte - o resultado reflete o material monitorado. Se as fontes disponíveis sobre um tema forem predominantemente de uma origem, de um idioma ou de um interesse, o texto tende a herdar esse recorte.
- Alucinação - modelos de linguagem podem produzir afirmações plausíveis e inteiramente falsas, incluindo fontes, números e citações que não existem. É por isso que a lista de fontes verificáveis e a proibição de introduzir dados sem origem são regras estruturais do processo, e não recomendações.
Há ainda um limite de contexto: a ferramenta não conhece nuances locais, disputas de bastidor ou histórico não documentado publicamente. Textos sobre realidades específicas devem ser lidos com essa restrição em mente.
Compromisso de correção
A sysINFO assume que erros ocorrerão e trata a correção como parte do processo, não como exceção constrangedora. Qualquer leitor pode apontar um erro pelo canal de correções, e o apontamento é analisado independentemente de quem envia.
Confirmado o erro, o texto é corrigido, a data de atualização da página é alterada e uma nota ao pé registra o que mudou. A sysINFO não corrige em silêncio nem reescreve trecho errado como se ele nunca tivesse existido.
O procedimento completo, incluindo tipos de correção, prazo previsto de resposta e o que não é objeto de correção, está na Política de correções.
Revisão desta política
Esta política será revisada sempre que o método de produção mudar - por exemplo, se passar a haver revisão humana individual declarada, se o conjunto de fontes monitoradas for ampliado ou se surgirem novas obrigações legais de transparência sobre conteúdo sintético.
Alterações relevantes serão refletidas na data de atualização no topo desta página. A versão vigente é sempre a publicada aqui.
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