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Gerador de placa de veículo
Gere placas fictícias em lote no padrão Mercosul, no formato antigo de três letras e quatro números, ou misturando os dois, para popular ambientes de teste.
Placas fictícias, para teste de sistemas. A placa brasileira não tem dígito verificador: as combinações geradas aqui são apenas aleatórias, dentro do formato válido. Elas podem coincidir com placas reais em circulação por puro acaso, e não têm nenhuma relação com o veículo correspondente. Use somente para preencher formulários e testar validações.
Tudo acontece no seu navegador. Nenhum dado digitado aqui é enviado à sysINFO ou a terceiros - não há servidor, upload nem registro. Você pode desconectar da internet e a ferramenta continua funcionando.
Gerar
Para que serve
Sistemas de frota, estacionamento, pedágio, seguro, oficina, aplicativo de mobilidade e controle de acesso guardam placa de veículo como identificador. Testar essas telas exige uma quantidade razoável de valores plausíveis, e digitar "ABC1234" repetidamente esconde justamente os problemas que você quer encontrar: máscara que não aceita letra na quinta posição, campo com tamanho fixo errado, ordenação que quebra com formatos mistos.
Este gerador produz placas em lote nos dois padrões que convivem hoje nas ruas brasileiras. A opção de misturar é a mais útil na prática, porque reproduz a situação real de uma base com veículos antigos e novos e revela imediatamente se o seu sistema trata os dois formatos.
Note que aqui não há painel de validação, e a razão é simples: placa de veículo não tem dígito verificador. Não existe cálculo que diga se uma placa é válida, apenas se ela tem o formato certo, e isso é uma verificação de expressão regular que faz mais sentido dentro do seu próprio código.
Como funciona o cálculo
Não há cálculo de verificação, mas há duas gramáticas de formato bem definidas.
- Padrão antigo: LLL-NNNN. Três letras seguidas de quatro números, separados por um hífen, como ABC-1234. Cada faixa de letras era distribuída por estado e município, o que permitia deduzir a origem do emplacamento pela combinação inicial. Com 26 letras e 10 dígitos, o total de sequências possíveis fica na casa das dezenas de milhões.
- Padrão Mercosul: LLLNLNN. Também sete caracteres, mas com um deles trocado: três letras, um número, uma letra e mais dois números, como ABC1D23. Não há separador. A letra que entra na quinta posição multiplica o total de combinações por 26 em relação ao formato anterior, o que era o objetivo da mudança, e o padrão passou a ser comum aos países do bloco.
Na conversão de uma placa antiga para o novo padrão, o quarto caractere é mantido e o quinto, que era um número, vira a letra correspondente em uma tabela fixa: 0 vira A, 1 vira B, e assim por diante até 9, que vira J. Esta ferramenta não faz essa conversão: ela sorteia os caracteres livremente dentro do formato escolhido.
Como usar
- Informe a quantidade de placas, de 1 a 200.
- Escolha o padrão: Mercosul, antigo ou os dois misturados. A lista é regerada assim que você troca a opção.
- Clique em Gerar para produzir um novo lote com as mesmas configurações.
- Use Copiar para levar toda a lista para a área de transferência e Limpar para esvaziar a saída.
Notas técnicas
Diferente dos documentos com dígito verificador, uma placa sorteada pode coincidir com a de um veículo real, e nenhuma verificação poderia evitar isso: não existe faixa reservada para testes. Por isso a orientação é ainda mais estrita aqui: use os valores apenas em ambiente controlado, nunca para identificar um veículo em situação real, em registro de ocorrência, em anúncio ou em qualquer documento.
O sorteio usa todo o alfabeto de A a Z em todas as posições de letra e todos os dígitos de 0 a 9 nas posições numéricas, sem excluir combinações reservadas, sem respeitar faixas por estado e sem evitar sequências que soem mal. Também não há verificação de duplicidade dentro de um mesmo lote. Se o seu teste precisa de placas únicas, aplique um filtro depois de gerar.
Perguntas frequentes
As placas geradas aqui existem em algum veículo?
Podem coincidir por acaso, e é justamente por isso que elas servem só para teste. A ferramenta sorteia letras e números sem consultar base alguma, então uma combinação gerada pode, sem querer, ser igual à de um carro em circulação. Nunca use um valor daqui para identificar um veículo em situação real.
Qual é a diferença entre o padrão antigo e o Mercosul?
O padrão antigo tem três letras seguidas de quatro números, como ABC-1234. O padrão Mercosul mantém sete caracteres, mas troca o quinto por uma letra: são três letras, um número, uma letra e mais dois números, como ABC1D23. A mudança amplia enormemente o total de combinações possíveis.
A placa tem algum dígito verificador?
Não. Nenhum dos dois padrões tem dígito de controle, então não existe cálculo capaz de dizer se uma placa é matematicamente válida. Só dá para verificar o formato: quantidade de caracteres e a posição de letras e números.
Por que esta página não tem painel de validação?
Porque não haveria o que validar além do formato, e isso uma expressão regular de uma linha resolve no seu próprio código. Sem dígito verificador, um validador de placa daria uma falsa sensação de conferência sem verificar nada de fato.
Placas de moto e de caminhão seguem o mesmo padrão?
Sim, quanto à sequência de caracteres. O que muda entre categorias de veículo é o tamanho da placa, a disposição em uma ou duas linhas e a cor da tarja de identificação. A combinação de três letras, um número, uma letra e dois números é a mesma.
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