Ir para o conteúdo principal

Sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Tecnologia no mundo, explicada em português.

Ferramentas

Gerador de hash SHA-256

Calcule o resumo criptográfico SHA-256 de um texto e compare com um valor de referência. A saída pode sair em hexadecimal, minúsculo ou maiúsculo, ou em Base64.

Tudo acontece no seu navegador. Nenhum dado digitado aqui é enviado à sysINFO ou a terceiros - não há servidor, upload nem registro. Você pode desconectar da internet e a ferramenta continua funcionando.

Para que serve

Uma função de hash transforma uma entrada de qualquer tamanho em uma saída de tamanho fixo. No caso do SHA-256, essa saída tem 256 bits, escritos como 64 dígitos hexadecimais. O mesmo texto sempre produz o mesmo resumo, e qualquer alteração - mesmo a troca de uma letra maiúscula por minúscula - produz um resumo completamente diferente.

Essa propriedade tem usos práticos que aparecem todo dia. Conferir se um arquivo baixado corresponde ao hash divulgado pelo fornecedor. Verificar se dois textos supostamente idênticos realmente são. Gerar uma chave curta e estável a partir de um conteúdo longo, para uso em cache. Comparar um resumo produzido em outro sistema com o que você calcula aqui.

Vale ser preciso sobre o que ela não faz: SHA-256 não esconde a informação e não pode ser desfeito, mas também não protege sozinho contra quem já sabe o que procurar. Um resumo de um CPF, por exemplo, é fácil de descobrir por tentativa e erro, porque o conjunto de entradas possíveis é pequeno.

Como usar

  1. Digite ou cole o conteúdo em Texto de entrada. Atenção a espaços e quebras de linha no final: eles fazem parte da entrada e mudam o resultado.
  2. Clique em Calcular hash. Depois do primeiro cálculo, o resumo passa a ser recalculado automaticamente enquanto você edita o texto.
  3. Escolha o formato de saída: deixe em branco para hexadecimal minúsculo, marque Hexadecimal em maiúsculas ou marque Saída em Base64, formato comum em cabeçalhos e assinaturas.
  4. Compare o valor com a referência que você tem em mãos. Use Copiar resultado para colar em outro lugar.
  5. Limpar esvazia entrada e saída de uma vez.

Exemplos de utilização

Vetores de teste públicos do SHA-256

Entrada vazia
e3b0c44298fc1c149afbf4c8996fb92427ae41e4649b934ca495991b7852b855

Entrada: abc
ba7816bf8f01cfea414140de5dae2223b00361a396177a9cb410ff61f20015ad

O mesmo resumo, hexadecimal minúsculo e maiúsculo

Texto:       abc
Minúsculas:  ba7816bf8f01cfea414140de5dae2223b00361a396177a9cb410ff61f20015ad
Maiúsculas:  BA7816BF8F01CFEA414140DE5DAE2223B00361A396177A9CB410FF61F20015AD

Notas técnicas

O texto é convertido em bytes UTF-8 com TextEncoder e entregue a crypto.subtle.digest, a implementação de SHA-256 do próprio navegador. Essa API só funciona em contexto seguro; quando a página é aberta sem HTTPS, por exemplo em uma rede interna por endereço IP, ela não está disponível. Nesse caso a ferramenta usa uma implementação de SHA-256 escrita em JavaScript e embutida no arquivo de scripts, e informa isso na linha de status. O valor produzido é idêntico nos dois caminhos.

Dois limites importantes. Esta página calcula o hash de texto, não de arquivos: não há campo de upload, e colar o conteúdo de um arquivo binário em um campo de texto não produz os mesmos bytes do arquivo original, portanto não produz o mesmo hash. E a saída em Base64 representa os mesmos 32 bytes do resumo hexadecimal, apenas com outra codificação - quando comparar valores, confirme que os dois lados usam o mesmo formato.

Perguntas frequentes

É possível desfazer um hash SHA-256?

Não. SHA-256 é uma função de mão única: a partir do resumo não há como reconstruir o texto original. O que existem são ataques de dicionário, que testam entradas prováveis até encontrar uma cujo hash coincida. Por isso entradas curtas e previsíveis não ficam protegidas por um hash.

Posso usar SHA-256 para guardar senhas?

Não é recomendado. SHA-256 foi projetado para ser rápido, e essa velocidade favorece quem tenta adivinhar senhas em massa. Para armazenar senhas existem algoritmos feitos de propósito para serem lentos e ajustáveis, como bcrypt, scrypt e Argon2, sempre com um sal por usuário.

Por que o mesmo texto pode dar hashes diferentes em ferramentas diferentes?

Quase sempre a causa é a entrada, não o algoritmo. Um espaço em branco no fim, uma quebra de linha final ou uma codificação diferente de UTF-8 mudam os bytes e, portanto, mudam o resumo. Também é comum comparar saídas em formatos distintos, como hexadecimal e Base64.

O texto digitado é enviado para algum servidor?

Não. O cálculo usa a Web Crypto API do navegador, pela função crypto.subtle.digest, e nenhuma requisição de rede é feita depois que a página carrega. Se você desconectar a internet, a ferramenta continua calculando normalmente.

O que acontece se a página for aberta sem HTTPS?

A Web Crypto API só está disponível em contexto seguro. Quando ela não pode ser usada, a página recorre a uma implementação de SHA-256 escrita em JavaScript e incluída no próprio arquivo, avisando isso na mensagem de status. O resultado é o mesmo, apenas calculado por outro caminho.

Todas as ferramentas

Página de ferramentas →

Todas gratuitas e executadas inteiramente no seu navegador.